
Em pleno século XXI e, principalmente, em um país onde a população possui uma cultura variada e completamente miscigenada o preconceito ainda predomina, principalmente quando falamos em relacionamentos entre homossexuais. Além do preconceito existente na sociedade, para esses apaixonados o maior obstáculo a ser ultrapassado é a família.
Fatores psicológicos, sociais, culturais e genéticos são determinantes para a manifestação das orientações sexuais, seja ela homossexual, bissexual ou heterossexual. A imagem sexual reflete em um comportamento social, onde cada indivíduo possui caracteres únicos, conforme ao sexo que pertence, porém a sexualidade fala mais alto.
Toda pessoa em fase de formação - da infância a juventude -, recebem valores altamente desquilificados em relação às pessoas com a opção sexual diferente da dela, gerando preconceito e ao mesmo tempo causando um distanciamento daquilo que não somos e tampouco queremos para nós. Se antigamente a homossexualidade era tida como preservação sexual, hoje ficou esclarecida que tanto a homossexualidade e a bissexualidade são manifestações das vontades sexuais e afetivas. Contudo, a quebra desses valores julgados politicamente corretos é classificado como “defeito” de caráter.
Muitos já evoluíram quanto a aceitação de relacionamentos homossexuais. Isso porque a própria luta pela valorização do homossexual, não só no Brasil, como em todo o mundo, já alcançou conquistas consideráveis, como por exemplo, no estado da Califórnia (EUA), os casamentos gays são legalizados e um fator muito importante, eles tem o reconhecimento da sociedade.
Porém, quando o amor estar em jogo ou no meio de todas as dificuldades enfrentadas por estas pessoas que tem uma forma “diferente de amar”, estas por sua vez são capazes de enfrentar qualquer tipo de dificuldade.
Não há nenhuma lei contra o amor, mas o preconceito é mesmo a fonte de todos os problemas que não só impede os relacionamentos homossexuais de se prolongarem e até mesmo de se iniciarem.
Recomendações do GGB de como evitar a violência contra homossexuais:
1. Evite levar desconhecidos ou garotos de programa para casa. Prefira fazer programas em hotéis, motéis ou saunas;
2. Investigue a vida da pessoa com quem pretende sair. Prefira pessoas conhecidas ou indicadas por amigos e só saia com alguém se tiver certeza que é de confiança;
3. Nunca beba líquidos oferecidos pelo parceiro desconhecido. A bebida (ou chiclete) pode conter soníferos, o perigoso "Boa Noite, Cinderela". Em um bar ou boate, preste atenção em seu copo e se precisar ir ao banheiro ou se ausentar, leve o copo consigo, ou, invente uma desculpa e peça outra bebida;
4. Se levar alguém para casa, não o esconda do porteiro ou de vizinhos. Eles podem ajudá-lo na hora do perigo. É sempre bom ter uma boa relação com esse pessoal. Na hora do perigo, eles podem ser solidários;
5. Se for possível, demonstre para seu parceiro eventual que é gay assumido. Isso evita chantagem ou tentativa de extorsão;
6. Não se sinta inferior. Não se mostre indefeso, evite demonstrar passividade, medo, submissão. Não cultive o tipo machão, ou pelo menos não mostre que o valoriza tanto; se ele lhe ameaçar, grite, faça escândalo, ou em último caso, saia correndo e peça socorro aos vizinhos;
7. Evite fazer programa com mais de um michê. Antes da transa, acerte todos os detalhes: preço, duração, preferências eróticas (se ele aceita, por exemplo, ser passivo): isto evita brigas e discussões;
8. Não humilhe o parceiro. Não exiba jóias, riqueza ou símbolos de superioridade que despertem cobiça. O garoto de programa quase sempre é de classe inferior à sua;
9. Se o encontro for na sua casa, tranque a porta e esconda a chave. Não deixe armas, facas e objetos perigosos à vista; não se esqueça que você é dono da casa e deve dominar a situação; diga ao visitante que não faça ruídos pois ao lado mora um policial;
10. Se for agredido, procure a polícia, peça exame de corpo delito e denuncie o caso aos grupos de ativistas homossexuais.


